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A cerâmica de
São Miguel
Sabia que o azulejo, a cerâmica e a olaria são algumas das vertentes da cerâmica mais relevantes na ilha de São Miguel?
Edifícios decorados, casas revestidas, espaços ornamentados, painéis que representam a história.
Muitos são os usos do azulejo e este é já um símbolo de portugalidade. Embora relevante e ressurgente na cultura portuguesa, o azulejo tem proveniência e origem árabe.
A palavra azzellj significa “pedra polida” e foi utilizado para denominar o mosaico.
A produção local de azulejos em Portugal começou a ter alguma relevância a partir da segunda metade do séc. XIX e desde então que o método de fabrico é manual e segue técnicas e metódos ancestrais.
A partir do século XIX começou, também, a produzir-se azulejos na ilha de São Miguel, graças à fundação de várias fábricas de cerâmica, nomeadamente no concelho da Lagoa.
Os azulejos começaram a ser trabalhados para retratar os contextos do quotidiano cortesão, as alegorias, os episódios bíblicos, circunstâncias dos Descobrimentos e aplicados, maioritariamente, no património religioso.
O azulejo, pintado em azul era, principalmente, utilizado para revestir os edifícios urbanos e de cariz religioso.
Hoje em dia, o azulejo evoluiu para diversas utilizações. Atualmente, quase como um símbolo da tradição, os azulejos são pintados com ilustrações e servem para representar os mais emblemáticos recursos turísticos da ilha. Desde as paisagens naturais, aos monumentos, passando pelas espécies endémicas, trajes, costumes típicos e frases emblemáticas, muitas são as representações feitas em azulejo.
Edifícios decorados, casas revestidas, espaços ornamentados, painéis que representam a história.
Muitos são os usos do azulejo e este é já um símbolo de portugalidade. Embora relevante e ressurgente na cultura portuguesa, o azulejo tem proveniência e origem árabe.
A palavra azzellj significa “pedra polida” e foi utilizado para denominar o mosaico.
A produção local de azulejos em Portugal começou a ter alguma relevância a partir da segunda metade do séc. XIX e desde então que o método de fabrico é manual e segue técnicas e metódos ancestrais.
A partir do século XIX começou, também, a produzir-se azulejos na ilha de São Miguel, graças à fundação de várias fábricas de cerâmica, nomeadamente no concelho da Lagoa.
Os azulejos começaram a ser trabalhados para retratar os contextos do quotidiano cortesão, as alegorias, os episódios bíblicos, circunstâncias dos Descobrimentos e aplicados, maioritariamente, no património religioso.
O azulejo, pintado em azul era, principalmente, utilizado para revestir os edifícios urbanos e de cariz religioso.
Hoje em dia, o azulejo evoluiu para diversas utilizações. Atualmente, quase como um símbolo da tradição, os azulejos são pintados com ilustrações e servem para representar os mais emblemáticos recursos turísticos da ilha. Desde as paisagens naturais, aos monumentos, passando pelas espécies endémicas, trajes, costumes típicos e frases emblemáticas, muitas são as representações feitas em azulejo.